

Uma jornada de 4 meses para mulheres que sentem que chegou o momento de deixar de viver a partir dos padrões que as condicionam e começar a ocupar o seu lugar na vida.
Começar a minha jornadaSabe que podes viver de outra forma.
Com mais liberdade. Mais prazer. Mais verdade. Mais presença.
Mas, muitas vezes, entre aquilo que sabes e aquilo que consegues realmente viver, existem histórias, lealdades, medos e padrões que vêm de muito antes de ti.
Da tua família. Da relação com a tua mãe. Da relação com o teu pai. Da tua infância. Da tua adolescência. Da forma como aprendeste a ser mulher. Daquilo que aprendeste sobre amor, dinheiro, merecimento e sobre o teu lugar no mundo.
Assume-te é um caminho para olhar para tudo isso, libertar o que já não precisas de carregar e reencontrar a mulher que existe para além desses condicionamentos.
Para que possas, finalmente: Assumir o teu poder. Vive a tua verdade.

Talvez estejas apenas a carregar demasiado.
Talvez tenhas aprendido a ser a mulher que dá conta de tudo. A que cuida. A que compreende. A que não quer incomodar. A que agrada. A que se adapta. A que põe os outros à frente.
Talvez tenhas aprendido a desconfiar do teu próprio desejo.
A não pedir demasiado. A não ocupar demasiado espaço. A não ganhar demasiado. A não dizer aquilo que realmente pensas. A não mostrar aquilo que realmente sentes.
E, aos poucos, foste-te afastando de ti.
Não para te tornares outra pessoa. Mas para te reencontrares.
Olhar para trás. Reconhecer. Dar lugar.
Acolher as tuas partes internas. Soltar o que ficou preso.
Reencontrar a mulher, o prazer, o amor-próprio e a tua energia.
Ocupar o teu lugar. Assumir o teu poder. Vive a tua verdade.
Durante quatro meses vamos percorrer quatro momentos essenciais.

Antes de te assumires, precisas de saber de onde vens. A tua história não começou em ti. Existem padrões, dores, crenças e lealdades que atravessam gerações e que, muitas vezes sem perceberes, continuam a influenciar a forma como amas, escolhes, recebes, te posicionas e vives.
O destino da mãe. A carta à mãe. A reconexão com a Mãe Cósmica.
Vamos olhar para a tua relação com a mãe e para aquilo que herdaste dessa relação. O que recebeste? O que procuraste? O que ainda esperas? O que carregas por ela? Através do movimento sistémico, da escrita e da reconexão com a Mãe Cósmica, abrimos espaço para uma nova relação com a energia materna.
A falta do pai. A relação com o masculino. A reconexão com Deus Pai.
Vamos olhar para aquilo que viveste, ou não viveste, na relação com o teu pai. A presença. A ausência. O reconhecimento. A segurança. A força para avançar. E vamos trabalhar a reconexão com a energia do Pai enquanto força que sustenta, orienta e permite avançar na vida.
Dar lugar a todos. Libertar lealdades.
Não precisas de carregar aquilo que pertence aos que vieram antes de ti. Nesta sessão vamos olhar para os teus ancestrais, dar lugar a todos e reconhecer aquilo que foi vivido antes de ti. Para que possas deixar de repetir por amor. E começar a viver por escolha.

O que não foi sentido continua a procurar espaço para ser vivido. Depois de olharmos para as raízes, entramos no corpo. Vamos regressar às diferentes fases da tua vida para acolher partes de ti que podem ter ficado presas em experiências, emoções ou necessidades que não foram totalmente vividas. Não para mudar o passado. Mas para mudar a forma como o passado vive em ti.
Antes de seres mulher, foste bebé. Antes de seres bebé, estiveste no útero.
Uma meditação profunda de reconexão com a tua origem. Um espaço para regressar à sensação de pertença, acolhimento e vida.
A criança que ainda vive em ti.
Vamos encontrar a criança que precisou de amor, segurança, atenção, validação ou proteção. Não para permanecer no lugar da criança. Mas para que ela possa finalmente ser vista e integrada pela mulher adulta que és hoje.
A idade em que começaste a descobrir quem eras.
A adolescência é um território de identidade, desejo, comparação, pertença e descoberta. Vamos reencontrar essa parte de ti. A adolescente que talvez tenha aprendido a esconder-se, adaptar-se ou procurar aprovação. E dar-lhe espaço para voltar a existir dentro de ti de uma forma diferente.

Depois de libertares, começa o reencontro. Reencontrar a tua energia. O teu corpo. O teu prazer. A tua capacidade de receber. A tua alegria. O teu amor-próprio. A mulher que existe para além da necessidade de agradar.
Abrir espaço para o novo.
Depois de olhar para o que carregas, chega o momento de criar espaço. Uma ativação energética para integrar o trabalho realizado e abrir caminho para uma nova energia.
Libido. Merecimento. Alegria. Amor-próprio.
Ser mulher também é sentir. Desejar. Receber. Sentir prazer. Sentir-se viva. Nesta sessão vamos explorar a relação entre a tua energia feminina, a tua libido, o merecimento, a alegria e o amor-próprio. Vamos também olhar para a dinâmica das relações de casal e para aquilo que permite criar relações mais equilibradas, conscientes e vivas.
Sentir-te vista. Escolher-te. Deixar de ser a «boazinha».
Uma meditação profunda para te encontrares contigo. Para sentires o que é ser vista. Para reconheceres o teu valor. E para começares a libertar a identidade daquela mulher que precisa de agradar para se sentir segura, amada ou aceite.

Chegou o momento de levar tudo isto para a tua vida. Porque a transformação não termina quando compreendes a tua história. Ela começa quando passas a viver de forma diferente. Quando escolhes diferente. Quando te posicionas diferente. Quando te relacionas diferente. Quando te permites receber. Quando ocupas o teu lugar. Quando assumes o teu poder.
As raízes do dinheiro.
Qual é a tua relação com o dinheiro? O que aprendeste sobre ganhar? Sobre receber? Sobre ter? Sobre merecer? Sobre segurança? Nesta sessão vamos olhar para as raízes da tua relação com o dinheiro e para os padrões que podem estar a influenciar a forma como te posicionas perante a abundância e a vida.
Onde estás a escolher ficar?
Chega o momento de olhar para o teu lugar. Na família. Nas relações. No trabalho. Na sociedade. Na tua própria vida. O que acontece quando deixas de pedir autorização para existir? O que acontece quando deixas de diminuir-te? O que acontece quando ocupas o teu lugar? É aqui que começa o verdadeiro Assume-te.
Um dia inteiro para integrar. Celebrar. Escolher.
A jornada culmina num encontro presencial criado para marcar a passagem entre aquilo que foste e aquilo que escolhes viver daqui para a frente. Um dia inteiro dedicado a ti. Vamos viver Movimento Corporal, Ativação Energética, Bênção da Rosa, Exercícios Sistémicos e muito mais. Este não é apenas o último encontro. É um ritual de passagem.

Um dia inteiro para integrar. Celebrar. Escolher. A jornada culmina num encontro presencial criado para marcar a passagem entre aquilo que foste e aquilo que escolhes viver daqui para a frente.
Este não é apenas o último encontro. É um ritual de passagem. O momento de olhar para tudo o que percorreste e dizer: Eu escolho-me. Eu assumo-me. Eu vivo a minha verdade.
Não são apenas quatro meses de encontros. É um processo para começares a:
Compreender as tuas raízes sem ficares presa a elas
Libertar lealdades que não precisas de continuar a carregar
Acolher as diferentes partes de ti
Reconstruir a relação contigo
Recuperar a tua energia feminina
Reconhecer o teu merecimento
Relacionar-te com o dinheiro de uma nova forma
Posicionar-te no mundo
Colocar limites
Deixar de viver para agradar
Ocupar o teu lugar
Assumir o teu poder
Viver de acordo com aquilo que verdadeiramente és
Esta jornada é para ti se sentes:
«Eu sei que existe mais para mim.»
É para ti se:
Cada mês prepara o seguinte. Não são quatro temas independentes. É uma única jornada.
Precisas de deixar cair aquilo que te impede de reconhecer a força que já existe em ti.
Assume-te é um convite para regressares às tuas raízes. Libertares o que não é teu. Reencontrares as partes de ti que ficaram pelo caminho. E chegares, finalmente, ao lugar onde podes dizer:
Eu sei quem sou.
Eu sei qual é o meu lugar.
Eu assumo o meu poder.
Eu vivo a minha verdade.
Durante estes quatro meses, não te vou pedir que te tornes numa nova mulher. Vamos criar espaço para que deixes de precisar de ser tantas versões de ti para conseguires pertencer. Para que possas voltar ao essencial.
Tu.